sábado, 15 de outubro de 2016

Alunos ou vândalos



Alunos ou Vândalos :





Alunas: Paula Mattos Correa 14112080372
              Juliana Monteiro       14112080373
              Jocimara Auxiliadora 14212080421





Referências :

https://www.youtube.com/watch?v=99fwUdrZzDw

Os 5 segredos para uma gestão escolar de sucesso

       Os 5 segredos para uma gestão escolar de sucesso



Se compararmos uma escola com uma empresa qualquer, algumas características despontam como similaridades. Porém, como o papel fundamental é educar, não há como pensar somente em números e cifras na hora de traçar um roteiro de como gerir com sucesso uma escola. Nos mínimos detalhes, uma escola mesmo que privada, precisa exercer o papel de agente transformador social, e isso sem se esquecer de administrar e multiplicar recursos. É nesse intuito de harmonizar recursos e metas pedagógicas que conheceremos os 5 segredos para uma gestão escolar de sucesso.
Capacitação do gestor
Como não poderia deixar de ser, a educação dos educadores, e principalmente de um gestor, é fator primordial para a boa saúde de uma escola. Não só a formação acadêmica com os certificados exigidos pela profissão, mas a vivência na profissão, e a expertise de saber lidar com as diversas realidades que se apresentam no ambiente diário de uma escola. Um gestor precisa ser alguém organizado em suas formulações e disciplinado em suas tarefas. Além de ser alguém com capacidade de explanar ideias, precisa saber a hora de ouvir sugestões e a hora de dizer também o “não”.
Cuidado com o aprendizado dos alunos
Não adianta somente transferir conhecimento e aplicar provas periódicas; é necessário que os mecanismos de avaliação estejam em dia, dando a visão tanto geral como pormenorizada de cada variação, ganho ou deficiência de turmas e alunos. Cada assunto levantado em classe precisa fazer parte de um escopo coerente, com a missão de agregar conhecimento contínuo e eficaz em sala de aula e no ambiente escolar como um todo. Acompanhar o dia a dia dos alunos e oferecer ferramentas que estejam inseridas na realidade deles é abrir uma conexão preciosa para transferir conhecimento. Para que tudo isso ocorra com eficiência, é preciso ter mecanismos confiáveis de análise, capazes de apresentar uma leitura em tempo hábil para que se mude qualquer resultado insatisfatório na metodologia.
Senso de coletividade e interdependência
Em uma escola que queira ter sucesso não pode haver aquele processo centralizado somente no diretor ou em determinados profissionais. Além dos papéis específicos, cada profissional envolvido no aprendizado precisa entender que um time tem muito mais sucesso que indivíduos isolados. Portanto, a comunicação e o senso de responsabilidade coletiva devem ser trabalhados. Desde a pessoa da recepção, passando por professores, orientadores e até gestores, a comunicação deve ser exercida de forma eficaz. Os alunos precisam ser abraçados por uma gestão que saiba o que cada um precisa, com professores compreendendo o plano geral do processo pedagógico; assim também, o gestor deve saber como ajudar os professores em suas necessidades na missão de ensinar. Também a comunidade deve ser convidada a participar da escola, ajudando assim a propagar o nome da instituição como um referencial na localidade, assegurando a confiabilidade e ampliando potencialmente a cartela de alunos matriculados.
Investimento na estrutura física
Além do processo teórico da Pedagogia, é preciso que a escola seja bem estruturada. A gestão de uma escola deve visualizar todas as possibilidades e manter um espaço que, além de agradável, seja útil para que as disciplinas sejam aplicadas.
Assim como pinturas e demais instalações perceptíveis aos olhos de todos, o sistema de aparelhamento, como computadores modernos, lousas, mobílias e demais instrumentos devem ser levados a sério pelo gestor. Isso reflete não só na percepção do aluno e dos pais sobre seu ambiente de aprendizado, mas cria uma atmosfera propícia para o dia a dia dos profissionais também.
Investimento em tecnologia
Há alguns anos quando se falava em tecnologia para escolas, vinham à mente os aparelhos de vídeo, áudio ou mesmo os computadores do laboratório. Hoje o conceito abrange a vida acadêmica como um todo, cercando o ambiente diário de novas possibilidades. Um professor pode ter informações rápidas sobre o histórico acadêmico de um aluno, com gráficos de desempenho e pontos fracos ou fortes. O profissional pode criar um banco de dados e atacar um determinado ponto na ênfase de seu ensino, tornando muito mais eficaz sua aula. Da mesma forma, os pais podem ter acesso aos detalhes da vida acadêmica de seus filhos, sabendo como o investimento está sendo direcionado. O gestor pode visualizar todo o trajeto do aluno e do professor, interferindo e agregando pontos quando achar necessário.
Todos os pontos abordados fazem parte das revoluções diárias que podem acontecer se forem implementados. Com boa vontade, disciplina e ferramentas adequadas, o potencial de sucesso é gigantesco.
 

Referencias :http://blog.wpensar.com.br/gestao-escolar/os-5-segredos-para-uma-gestao-escolar-de-sucesso/


Alunas : Paula Mattos Corrêa 14112080372
              Juliana Monteiro   14112080373
              Jocimara Auxiliadora 14212080421

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Violência Escolar





Fonte :Nani Humor: TIRAS


Alunas: Joseli C.S.Magalhães 14112080499
             Priscila A. Roberti 14112080382
             Maria das Graças Jacinto 14112080400

Violência Escolar

Violência escolar: um desafio a ser combatido 




 Redação escrita por Gusto 

 Não é difícil presenciar, nas escolas brasileiras, as seguintes situações: alunos desrespeitando professores, colegas de sala se agredindo fisicamente e grupinhos menosprezando outros estudantes. Esses são só alguns exemplos da violência escolar que perdura por muitos anos no Brasil. Nesse sentido, é preciso analisar as causas dessas ações, as quais estão relacionadas, principalmente, à falta de educação familiar e às diferenças causadas pelo mundo globalizado. 
A educação que jovens e crianças recebem em casa refletem muito nas atividades dos alunos dentro de sala. Desse modo, filhos com pais ausentes na sua formação são constantemente influenciados por valores aprendidos na rua, na TV e na internet, os quais, muitas vezes, são deturpados e péssimos para o que seria uma convivência respeitosa e ética com seus semelhantes. Como consequência disso, é observado o mau comportamento dessas pessoas dentro de sala, desrespeitando professores e amigos de classe.
 Além disso, como reflexo do capitalismo exacerbado, diferenças socioculturais e econômicas são responsáveis por criar uma segregação entre os alunos. Para exemplificar esse fato, é possível constar que certos grupos de alunos possuem mais benefícios do que outros, tendo materiais escolares melhores, lanches mais elaborados e brinquedos mais caros. Dessa maneira, os grupos que possuem tais benefícios acabam excluindo os alunos que não têm as mesmas oportunidades, gerando um clima de tensão e que pode acabar resultando na prática da violência psicológica, verbal e física.
 Diante desse contexto, medidas são necessárias para a atenuação ou resolução desses problemas. Em primeiro lugar, as famílias devem participar ativamente da educação dos filhos, por intermédio de ensinamentos básicos de humanidade e ética, além de estarem atentos à influencia de valores prejudiciais a eles. Para complementar essa ação, as escolas devem proporcionar possibilidades para uma boa convivência dos alunos, fazendo isso por meio de esportes, aulas e gincanas que estimulem sentimentos de companheirismo, amizade e solidariedade. Com essas medidas, será possível o combate efetivo à violência escolar. 

REFERÊNCIA: http://www.projetoredação.com.br



Joseli Costa Santos Magalhães 14112080499
Maria das Graças Jacinto Santos 14112080499
Priscila Aparecida Garcia Roberti 14112080382


Salve quem Poder


Triste Realidade


Resultado de imagem para tirinhas sobre violencia escolar

Fonte de Pesquisa:

http://i42.tinypic.com/2i0rts6.jpg

Colaboração: Palmola Iliziara Medeiros  14212080480

Síndrome de Burnout

Edição do dia 28/09/2010
28/09/2010 11h55 - Atualizado em 30/09/2010 12h01


Síndrome de burnout afeta quem lida diretamente com público

Uma doença moderna é cada vez mais comum no Brasil e no mundo. É a síndrome de burnout, que, em tradução livre, quer dizer esgotamento profissional depois de muito estresse no trabalho, especialmente de quem lida diretamente com o público.


Na sala de aula, professores à beira de um ataque de nervos. Na emergência superlotada, pacientes insatisfeitos e enfermeiros com medo de agressões.
Quando o trabalho de quem lida com o público vira sofrimento, motivo de desânimo e estresse, o profissional adoece. É cada vez maior o número de pessoas que sofrem da síndrome de burnout, uma doença do trabalho que já se tornou um problema de saúde pública.
“As categorias mais atingidas são os professores, médicos e enfermeiros. Dentro da área de saúde, citam-se ainda dentistas e, em outras áreas, encontramos relatos em relação a policiais e jornalistas”, diz o pesquisador Waldemir Borba.
A síndrome de burnout está associada a alguns fatores: condições de trabalho, altos índices de violência, acúmulo de empregos e pressão do público.
A doença, na maioria das vezes, não é identificada pelo profissional. Ele não consegue enxergar no trabalho a origem do esgotamento físico e mental e, muito menos, reconhece que está doente e que precisa de ajuda.
“A partir do momento que a gente identifica que não é um estresse comum, que é algo a mais, a gente começa a parar pra pensar um pouquinho na gente”, diz Cleoneide Gerônimo, professora.
Dezesseis anos de profissão, três empregos ao mesmo tempo. Uma enfermeira adoeceu e faz tratamento psicológico pra se livrar dos sintomas. “Emocionalmente, tristeza profunda e angústia, e, fisicamente, dores, no corpo todo”, diz a profissional, que não quis se identificar.
Jaqueline Brito, pesquisadora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), entrevistou 265 professores e descobriu que 55% deles estavam com alto nível de exaustão emocional por causa do trabalho. “Trabalhar com gente adoece, e não é pouco. E não é o adoecer físico. É o adoecer mental”, diz Jaqueline.
Resultado de imagem para reportagem sobre sindrome de burnout
Fonte de Pesquisa:
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2010/09/sindrome-de-burnout-afeta-quem-lida-diretamente-com-publico.html
Colaboração: Palmola Iliziara Medeiros 14212080480