Noticiários de TV, jornais e demais meios de comunicação de massa mostram, com freqüência, acontecimentos violentos no âmbito educacional e, inegavelmente, com uma “dose” de forte emoção. Esta é a novidade: a violência adentrou os muros escolares fazendo-se marcante e presente. Que estará acontecendo com esta “sacrossanta” instituição que pretende apenas educar?Este é um problema que tem afetado a educação, os docentes e principalmente a gestão escolar, que é formada, geralmente, pelo diretor, vice-diretor, coordenadores e orientadores. São estes profissionais que acompanham de perto a ação educativa no cotidiano da escola, cabendo a eles equacionar os problemas que surgem neste ambiente, em busca de soluções. A questão da violência escolar tem provocado uma série de reflexões acerca do papel da gestão. Esta pesquisa buscou descrever e conceituar as manifestações violentas no ambiente escolar, analisando e comparando duas escolas diferentes, com ênfase no papel dos seus gestores frente ao problema.
Concordando com Áurea Guimarães (1996), ao lidarmos com questões de violência utilizando violências ainda maiores, com medidas exclusivamente punitivas, estaremos adiando a questão e camuflando seus efeitos, para que mais tarde tudo volte à tona.
A gestão escolar atual não pode mais se fechar em ações isoladas, ignorando acontecimentos que vão além dos muros da escola, uma vez que esta instituição traduz o reflexo da sociedade com todos os seus dilemas e contradições.
Refletir sobre o problema, além se ser uma necessidade, retrata um desafio para gestores.
BRASIL. Segurança
na Escola – comissão de segurança escolar. Brasília/DF: Ministério Público
do Distrito Federal e Territórios.
Alunas: Patrícia Monteiro S. Raeli matricula : 14112080390
Sabrina Teixeira do Nascimento matrícula : 14112080385
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